O blog mudou para http://www.faltouacucar.com
Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens

Resenha - Fortaleza Negra



Título: Fortaleza Negra
Autor: Kel Costa
Editora: Jangada
ISBN: 9788564850699
Páginas: 424

Prepare-se para ler minha resenha mais franca, hahah​a! Confesso que quando recebi esse livro da editora fiquei receosa.
Vampiros? Já fazia ​algum tempo que eu não lia livros ​​com a temática ​vampírica​. ​Depois de ​Crepúsculo, Vampire Academy e House of Night​,​ eu havia parado e vi com olhos preconceituosos meu novo livro. Eu adoro me enganar, porque a surpresa do livro ser bom quando você não espera, é maravilhosa!
O livro começa quase que timidamente e te arrasta para o meio do caos​​, quando percebi​,​ ​já ​estava louca e não conseguia parar de ler mais. Gostaria de ter lido antes para poder fazer a fã enlouquecida na Bienal, mas enfim, chega de chorar sob o leite derramado, vamos a história. Relaxem que os spoilers são leves e são tantas reviravoltas no livro que vocês nem vão se lembrar depois.

Breve sinopse:  O mundo de Fortaleza Negra não é o que conhecemos: após a guerra fria​,​ ele foi dominado por vampiros que surgiram para por ordem no barraco, solicitaram a rendição dos lideres mundiais e reorganizaram a sociedade​.​ ​Os 5 vampiros mais antigos e poderosos, a realeza​,​ se ​colocaram no topo e reinaram​ ​soberanos​ a partir de então.
Certa paz se estendeu pelo mundo,​ pois nenhum crime era tolerado e em pouco tempo as transgressões pararam de ocorrer. O problema surge quando seres mitológicos, centauros e minotauros, começam a atacar os humanos, devastando e destruindo tudo que encontram.
A história gira em torno de Aleksandra Baker, uma adolescente de 17 anos, americana com descendência Russa, que tenta levar sua vida normalmente, apesar do toque de recolher e regras de segurança estabelecidas pelos vampiros. Seu pai, Jonathan Baker é um biólogo, que pesquisa uma forma de derrotar os mitológicos​ e​ isso parece ser até então​,​ a melhor chance de subjugá-los. Quando a cidade em que moram começa a sofrer ataques de minotauros, os pais de Aleksandra resolve​m​ aceitar o convite dos Mestres vampiros e se muda​m​ para a fortaleza negra, morada da realeza, que fica na Rússia. 

Até essa parte que eu contei, tinha vontade de matar a Aleksandra eu mesma, com todo aquele drama adolescente de "Ninguém liga para o que eu penso" enquanto toda a família corria risco de vida. ​É de enlouquecer​!
Lembra que ​em Harry Potter​,​ quando todas as coisas acabavam por acontecer com o trio de protagonistas? Isso acontecia por motivos diversos envolvendo: falta de sorte, coragem e profecias, ​etc. Pois no caso da Aleksandra é porque ela não tem noção das coisas e acaba brincando com o perigo sem perceber o que está fazendo.
Quando eles chegam a fortaleza são apresentados aos Mestres e é ai que as coisas realmente começam a ficar interessantes. Logo de cara Sasha (apelido de Aleksandra) se mete em muitas confusões, o fato de ainda não entender, lembrar ou saber algumas leis dos vampiros faz que pareça insolente a seus olhos e isso chama atenção para ela como um holofote.
As oscilações na personalidade da protagonista são tantas que ela pode se passar por avoada, infantil, rebelde, determinada, provocante, submissa e protetora (no nível heroína).
Ela se envolve com Mikhail (ok, spoiler, porém não tão gigante afinal tem um trecho do livro na contracapa) e as coisas ficam MUITO quentes, não quero dar muitos detalhes, mas não precisam se preocupar, o romance não é água com açúcar, tem cenas super eróticas e cheias de detalhes de cair o queixo. 
Os Mestres são um arraso, claro, não importa quem estiver do outro lado vou ficar a favor deles. Mikhail é definitivamente o meu favorito por diversos motivos, que incluem maneiras diversificadas de se usar poderes mentais (leiam por favor, preciso comentar com alguém, hahahaha!).
Tem também os amigos Kurt e Lara, que ela conhece na fortaleza e surgem como o alívio cômico, para sua cabeça não bater na parede com tanta ação e Helena, que ficou para trás nos Estados Unidos.


O livro físico é bem grande e pesado, mas ​até que eu não ligaria se fosse um pouco mais grosso, só para distribuir mais o texto nas páginas. O texto na página comprida me dá a impressão que o livro não termina nunca, hahaha, mas é um detalhe irrelevante da diagramação, provavelmente sou a única que se incomoda com essas coisas.
O que eu mudaria de verdade é a tipografia e a distribuição dos elementos da capa, principalmente a do título, apesar da aplicação de verniz que eu adoro, o efeito inner e outer glow numa fonte que já não era muito boa tira o destaque da ilustração linda de fundo e foi parte do meu preconceito inicial. 
Tem uma surpresa no final do livro, lindas ilustrações em pintura digital dos personagens, essas páginas são em outro papel, mais brilhante, tipo de revista. 




O livro é uma trilogia, já estou ansiosa pelos outros, espero que saiam logo, se já os tivesse em mãos com certeza não estaria escrevendo isso daqui e sim lendo desesperamente, hahaha. A Kel Costa é Brasileira e eu vou ficar pertubando ela no twitter.


Espero que tenham gostado e repetindo, leiam para comentarmos!

Para conhecer o blog da autora, clique.
Se quiser comprar o livro: Submarino | Saraiva | Cultura

Este post foi patrocinado, as declarações expressas nele são sinceras. O blog apoia e divulga apenas empresas em que acredita e confia.

Se eu ficar - Livro e filme


Assisti o 'Se eu ficar (If i stay)' antes de ler o livro, talvez isso tenha influenciado na minha opinião, mas essa foi uma das poucas vezes, que eu gostei tanto do filme quanto do livro. Vou mostrar o trailer, a sinopse do livro e a minha opinião, para ver se vocês se interessam.

Livro: Se eu ficar (If i stay)
Autor: Gayle Forman
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581635415
Número de páginas: 224
Sinopse: Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais – mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir aos esforços dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera... e o seu amor luta para ficar ao seu lado. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente – e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas.

Trailer:



Se você ainda não leu o livro ou viu o filme pode ficar tranquilo, não vou revelar mais do que o próprio trailer do filme revela, afinal o grande conflito da história é: Ela vai ficar ou não?

Li pelo Kindle a versão digital e apesar de não poder fazer considerações sobre o formato físico, uma coisa eu posso afirmar: 
Esse não é o tipo de livro que você se perde e precisa voltar páginas, para entender o que está acontecendo. Você fica tão absorto enquanto Mia relata pequenos momentos de sua vida, que nos liga a sua família, de forma que ela passa a ser um pouco nossa (Se eu pudesse adotaria seus pais e irmão).
Para quem gosta de instrumentos músicais, no livro Mia descreve diversas vezes como se sente ao tocar e ouvir, cita obras diversas e termos técnicos com o que nem todo mundo está familiarizado. Como podem ver no trailer o instrumento músical que ela toca é o violoncelo, meu favorito. <3 

No filme a relação dela com o namorado é mais conturbada que no livro, imagino que foi uma forma de criar mais conflitos para a história, fiquei feliz em não lê-los no livro. Há também uma amenização do acidente, a parte mais chocante da história, as cenas do filme são mais suaves.

Você teria motivos o bastante para querer ficar?
O romance do filme não tem o mimimi cansativo que outros filmes teriam, o foco não é esse.
Ambos, filme e livro, são muito emocionantes, chorei demais com as situações. É fácil se colocar no lugar de Mia, pensar na sua vida virando de pernas para o ar e se imaginar perdendo tudo de uma hora para outra. Isso sempre nos faz pensar nas reclamações bobas do dia a dia e que deveriamos dar mais valor a cada momento com as pessoas de quem gostamos.

Muito surpresa, descobri ao final um capítulo para o próximo livro da série, pois é, eu nem sabia que os livros eram uma série, o nome do segundo livro é "Para onde ela foi" e já está em pré-venda.

Caso queiram comprar o livro, está com desconto no submarino.
E ai, gostou? Já leu/assistiu 'Se eu ficar'?

Esse post não foi patrocinado

Resenha - O fantasma de Anya


Nome: O Fantasma de Anya (Anya's Ghost)
Autora: Vera Brosgol
Editora: Jangada
ISBN: 9788564850323
Número de páginas: 224

Olá, vim apresentar mais um HQ para vocês. 
Nunca fui de ler muitas histórias em quadrinhos (tirando turma da Mônica e um pouco de Naruto), mas quanto mais me aprofundo na ilustração mais tenho vontade de ter trabalhos de outros artistas guardados. 
Confesso que novamente me deixei levar pela capa e adivinhem, o conteúdo não decepcionou. 
O livro conta a história de Anya, uma adolescente russa nos Estados Unidos.
Meio crisada, já começa o livro de dieta e luta para se integrar na escola. O problema dela é o mesmo que eu passei no ensino médio, sim, aquele negócio do bulling e de tentar mudar para ser aceita.
Um belo dia, depois de pagar um mico colossal por ser ingênua ela se afasta do ponto de ônibus e cai em um buraco. Fim!
Ok, mentira, ela cai no buraco e encontra a fantasminha Emily e é aí que tudo começa a mudar! 
Emily começa a "ajudar" Anya na escola (colando nas provas) e a conquistar o carinha perfeito (que já é comprometido). 
Anya também tem uma melhor amiga revolts e confesso: pensei que era um menino até quase o meio do livro.


O livro tem quase uma "moral da história". Que é, resumindo, não deixe de ser você mesma por causa dos outros, pare de desejar ter a vida de outras pessoas, você nem mesmo sabe como realmente é. 
Ah, tem também uma espécie de "A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena", mas chega, sem spoiler, hahaha!


O papel das páginas é como o de revista, só que com a gramatura um pouco maior, mas ainda assim tem que tomar bastante cuidado na hora de virar. O livro é todo em tons de roxo, mas por um momento me perguntei se inicialmente a intenção era ser preto e branco, seja lá o que for, o resultado ficou lindo.


Dei uma pesquisada e descobri que a autora, Vera Brosgrol, é uma premiada cartunista e animadora russa e emigrou para os Estados Unidos quando pequena, ou seja, ela baseou a história de Anya em sua própria. Fiquei muito feliz ao encontrar o blog dela e descobrir ainda mais ilustrações lindas.


Comprei esse livro na Bienal, saiu por R$ 19,00, e até o presente momento está por R$ 19,90 no Submarino.

Esse post não foi patrocinado.

Resenha - 1 Página de cada vez


Nome: 1 Página de cada vez (1 Page at time)
Autor: Adam J. Kurtz
ISBN: 9788565530699
Editora: Paralela
Número de páginas: 384

Você já teve dificuldade em escrever no diário ou na agenda?
Se sim, bem vinda ao clube! Aqui está uma pessoa que nunca terminou uma agenda e que apesar de ter terminado diários, fez de maneira totalmente desordenada.

Quando vi o '1 Página de cada vez', achei genial! Na hora, ele lembra o 'Destrua esse diário' graficamente, por pedir para colar coisas e ser cômico, mas não tem a parte da destruição.


O livro/diário te instiga a escrever, te dá ideias e sugestões do que fazer, o que te deixa bem mais a vontade para falar de você mesmo. Às vezes, tudo que a gente quer é que perguntem como estamos e, ao mesmo tempo, não queremos contar para as pessoas, e provavelmente é isso que faz o livro ser classificado como motivacional, auto-ajuda.


Em alguns pontos, ele te pergunta o que você tem feito, o que pretende fazer, como foi alguma situação da sua vida. Em outras partes ele pede para colar coisas, descrever pessoas, pergunta se você leu algum livro bom, quais seus livros favoritos, pede para desenhar seu almoço, seu look, uma foto, não dá para ficar entediado.


O autor também integrou o livro com as redes sociais, pedindo para que em determinada página você a compartilhe com uma hashtag específica, colocando desenhos de celular (te pedindo para enviar um sms ou ligar para alguém), etc.


O livro é um paperback, em brochura com a lombada quadrada e costurada. É bem leve, e apesar de ter mais de 300 páginas, dá pra levar tranquilamente na bolsa.

Gostaria de poder postar fotos de todas as páginas, mas eu mesma não vi todas para não tomar tanto spoiler. Ele é muito grande e eu não quero estragar a surpresa. Estou muito animada em preenchê-lo, já comecei!



Vídeo - Livros Pop up


Aee, finalmente o primeiro vídeo do blog! Não reparem a bagunça, primeiro vídeo é assim mesmo.



Alice no País das Maravilhas
Autor: Lewis Carrol
Ilustrador: Zdenko Basic & Manuel Sumberac
ISBN: 9788538007531
Número de páginas 28

Branca de Neve
Adaptado por: Stella Gurney
Ilustrador: Zdenko Basic
ISBN: 9788538035985
Número de páginas 24

Para ir até o site da Editora, clique aqui.
Para se inscrever no canal, clique aqui.

Não postei o vídeo antes por motivos de 'Deus não quis'. Foi um inferno, sempre dava alguma coisa errada, deixei o notebook ligado praticamente a semana inteira renderizando e subindo pro youtube, enfim, consegui. E agora essa obra de arte (sqn) está no ar e vocês podem assistir o vídeo mais envergonhado do mundo! Eu tinha pensado no que dizer, porém na hora tudo foge, então houve momentos 'cara de babaca e caretas'. Espero realmente melhorar nos próximos vídeos e que vocês tenham gostado, beijo [/texto de explicação e reclamação desnecessário].

Resenha - Emily, the strange

 

Livro: Emily, the strange
Autor: Rob Reger
Editora: Galera Records
ISBN: 978-850-1086-778
Número de páginas: 275
Sinopse:
Emily é uma menina de 13 anos bem diferente. Ela adora preto, gatos, música e, principalmente, fazer coisas estranhas. Porém um dia ela acorda e, subitamente, descobre que não lembra mais nada sobre si mesma... Amnésia! Tudo o que sabe é que usa preto da cabeça aos pés e as pessoas olham de um jeito estranho para ela na rua. Emily vai se lançar em uma aventura para saber quem ela é e, no caminho, talvez faça amizades, descubra mentiras e consiga até se lembrar de alguma coisa.
Vim falar de um livro que achei que muita gente conhecia, por já ter visto a Emily em tantos produtos, descobri que não é tão conhecido assim aqui no Brasil.

A imagem de Emily surgiu na década de 90 na época usava como gráficos de Skateboard (em Santa Cruz, Califórnia), logo, com sua cara fechada, Emily ganhou milhões de fãs pelo mundo e os produtos estampados com ela se multiplicaram (loja). Depois de tanto tempo sendo usada como uma marca, em 2005, finalmente Emily finalmente ganhou uma história, quando a editora Dark Horse comprou seus direitos. Ao todo são quatro livros, só encontrei esse no Brasil.


O livro é lindo, cheio de ilustrações de Rob Reger e Buzz Parker.
Hardcover, bem diagramado, todo em preto, branco e vermelho.


A jacket é preta e a capa dura vermelha <3


Nenhuma página é igual, o que me deixava muito curiosa por saber o que iria encontrar a seguir.


O livro é apresentado como um diário da Emily, onde ela desenha, cola fotos e conta as coisas que descobriu andando pela cidade, tentando lembrar quem ela é.


Eu achei a Emily muito engraçada, mais por sua personalidade do que por qualquer coisa em especial. As situações do livro eram muito irônicas, não posso contar nenhuma em especial porque seria muito spoiler.
Se você gosta de gatos também vai amar, são quatro.


Sim, eu gostaria de ler os outros, porém a história é bem amarrada no final do primeiro, então consigo não arrancar meus cabelos.

Ganhei esse livro do meu namorado que o encontrou quase perfeito num sebo. Alias, obrigada a você que deixou esse livro seminovo lá para mim. <3
Quem quiser comprar tem na Saraiva.

Bienal do Livro SP - Eu fui!


Olá gente, fui na Bienal.

Não me xinguem, sei que tem gente de outros estados que gostariam de ter vindo (principalmente pelos autores presentes no evento), mas vou tentar mostrar um pouco do que vi e dar dicas para quem ainda está pensando em ir.

AVISO: POST GIGANTENORME COM MUITAS FOTOS
espere as fotos carregarem antes de começar a reclamar.
O que eu posso dizer sobre a chegada? Fila, fila fila e fila.
A fila é inacreditável e sim, o que você viu no jornal realmente acontece, ouvi gente falando de duas horas de fila.
A primeira dica é: Chegue cedo, tipo às 3 da manhã, durma na fila, qualquer coisa. Os portões abrem às 9 e depois que todo mundo entra parece a 25 de março no Natal. As pessoas não correm do rapa, mas sim sempre que ouvem outras pessoas gritando, imaginando se alguém famoso chegou.

Se você não liga em esperar na fila a bienal disponibiliza ônibus gratuitos que saem das estações Barra Funda e Tietê.


Eu já tinha consciência da dificuldade que seria tentar pegar autógrafos, senhas e blábláblá, então resolvi excluir esse drama da minha vida. A primeira coisa que eu fiz foi localizar os livros que eu queria, pois sabia que assim que todo mundo entrasse as editoras grandes ficariam inacessíveis (as filas de caixa dão voltas nos estandes).

A segunda coisa? Comer. As filas na praça de alimentação também são enormes, portanto tente levar comida (e muita água) de casa ou procurar por comida assim que entrar.

Assim que eliminei essas duas prioridades, fiquei livre para vagar entre os estandes me sentindo infeliz por não ter dinheiro o bastante para atacar de louca dos livros comprando tudo.


Os livros da Kahar que não pude comprar estão pelo mesmo valor no Submarino, porém vê-los todos juntos assim me fez querer comprá-los e não pude. :(


Descontos: Como só comprei em 3 editoras diferentes não sei bem como andavam as outras. Posso dizer que tive na Rocco 20% de desconto e mais 10% na Jangada. Há também alguns saldões com livros por até 3 reais.



Quando você escuta pessoas gritando e não sabe o porque é ligeiramente desesperante, portando leve o cronograma (eu me guiei por aqui) para saber quem vai estar lá e a que horas. Na hora em que a Bruna Vieira e a Paula Pimenta apareceram na Arena parecia que uma horda zumbi havia invadido o pavilhão, gritos de desespero e pessoas correndo, hahahaha!


Não sei em que momento os fãs foram mais barulhentos, pois não foi diferente com a Cassandra Clare.


Havia sessões de autógrafos mais tranquilas nos gritos, porém não nas filas, como:

Maurício de Souza


Ziraldo


E a Luly Trigo. Como o primeiro livro que eu tinha comprado era o "Meus 15 anos", fiquei voltando no stand da Rocco para ver se ela já tinha chegado. Ela foi muito simpática comigo e acabei me sentindo culpada por não ter comprado o livro antes da Bienal, hahaha! Cabelo lindo, caneta linda (#morrendo) e depois tem resenha no blog. :)


Tem tanta coisa por lá que as vezes não percebemos pequenas ações divertidas para se fazer. Nesse mural você precisa ler e continuar a história, ri tanto enquanto lia que tive de participar (depois de tirar a foto).


Quando o cansaço chegou e mal tinha lugar para andar e sentar, porque o lugar estava lotado num nível sufocante escuto uma mulher cantando sílabas desconexas e vou até seu stand. Ela estava contando histórias "para crianças" de um jeito hilário que eu simplesmente não sei explicar. Maravilhosa, eu ri até a barriga doer. O nome dela é Kiara Terra e disse que vai voltar, só não sabe se dia 30 ou 31.







Fui embora cedo, lá pelas 14:30 e apesar do cansaço, correu tudo bem. Farei resenha dos livros comprados, não todos de uma vez para não ficar chato.


Você foi? Ainda vai? Esse ano, ano que vem? Me conta.

Ps: Na semana é mais vazio, a Bienal vai até o dia 31 de Agosto.

Resenha - Hyperbole and a Half


Livro: Hyperbole and a Half - Situações Lamentáveis, Caos e Outras Coisas que me Aconteceram
Autor: Allie Brosh
Editora: Planeta
ISBN: 978-85-4220-307-3
Ano: 2013
Páginas: 224
Sinopse: Allie colocou no livro algumas das histórias mais acessadas e comentadas de seu blog. Nelas ela conta situações engraçadas e absurdas que aconteceram ao longo de sua vida, de maneira muito bem humorada e literalmente desenhando para você entender.
O primeiro lugar que vi o Hyperbole and a half foi no blog da Ana (madlyluv) e imediatamente fiquei com vontade de lê-lo. Comprei e enquanto aguardava ansiosamente a chegada fui fuçando o blog (aqui) de onde as histórias se originaram, algumas das histórias no livro estão bem acessíveis (porém em inglês).
De cara me surpreendi com o tamanho, cores e qualidade das folhas (são mais grossas, às vezes eu esquecia e pensava que eram duas). O livro é dividido pelas histórias, não é um quadrinho, porém tem muitas ilustrações.


Vou falar mais do que eu achei do que da história do livro em sí, pois o ritmo com que Allie conta as histórias é muito importante para a graça do mesmo. Logo nas primeiras páginas, não consegui deixar de pensar: MEU DEUS, SOU EU!
Me identifiquei demais com a Allie, desde sua infância pirada até a depressão. Inclusive, me senti feliz por mais alguém no mundo ser tão esquisita! O exagero e as reviravoltas são contados de forma a te deixar com a mesma cara desenhada por ela na capa do livro enquanto está lendo.


Agora, depois de ter forçado vários amigos a lerem pelo menos algumas páginas (e ler em voz alta para quem não estava muito afim), posso dizer que é o tipo de livro que você começa a ler e de repente percebe que está chorando de rir. E mesmo sem conseguir respirar porque está rindo, você quer terminar a história desesperadamente.


Se quiser dar uma olhada no blog dela, acesse: aqui.

Infelizmente eu não posso emprestar o livro para todo mundo, eu até faria, mas não quero nem pensar como ele voltaria para mim (ou se voltaria hahahaha!). Mesmo assim, gostaria realmente que vocês lessem, vale demais a pena, fazia algum tempo que eu não ria tanto. Com certeza entrou para os meus favoritos.

Espero que tenham gostado.

Eu comprei no submarino e vou deixar o link caso queiram comprar: Clique.


Este post contém conteúdo comercial

Resenha - Retalhos


Livro: Retalhos (Blankets)
Autor: Craig Thompson
Editora: Companhia das Letras
ISBN: 978-85-3591-448-1
Lançamento: 2009
Número de páginas: 592
Sinopse: Uma das graphic novels mais premiadas dos últimos tempos, Retalhos é um relato autobiográfico da vida no Meio Oeste americano. Thompson retrata sua própria história, da infância até o início da vida adulta, numa cidadezinha de Wisconsin, no centro dos Estados Unidos, que parece estar sempre coberta pela neve. Seu crescimento é marcado pelo temor a Deus - transmitido por sua família, seu colégio, seu pastor e as trágicas passagens bíblicas que lê -, que se interpõe contra seus desejos, como o de se expressar pelo desenho.
Ao mesmo tempo Thompson descreve a relação com o irmão mais novo, com quem ele dividiu a cama durante toda a infância. Conforme amadurecem, os irmãos se distanciam, episódio narrado com rara sensibilidade pelo autor.
Com a adolescência, seus desejos se expandem e acabam tomando forma em Raina - uma garota vivaz, de alma poética e impulsiva, quase o oposto total de Thompson - com quem começa a relação que mudará a visão que ele tem da família, de Deus, do futuro e, enfim, do próprio amor. Retalhos traz as dores e as paixões dos melhores romances de formação - mas dentro de uma linguagem gráfica própria e extremamente original.

Assim que vi a capa fiquei com vontade de ler Retalhos. E apesar da capa parecer que o livro é apenas mais um romance, posso garantir, não é. 
O livro é enorme, porém por ser uma graphic novel terminei bem rápido. As ilustrações são lindas, as vezes com tantos detalhes que fica difícil de acompanhar, mas com certeza o escritor conseguiu passar suas emoções, me senti mal por ele mesmo sem ter passado nada do que ele passou. 
Ele começa contanto sua história desde pequeno e no decorrer de sua adolescência passa a ter flashbacks de sua infância, todos os arrependimento, criticas sofridas pelos pais, colegas de escola e companheiros de igreja. 
Nos faz pensar no quanto deixamos de fazer por causa dos outros ou nos culpamos por coisas que não eram nossa responsabilidade.
Fiquei com vontade de saber o que aconteceu depois, mas também não quis procurar por essas respostas, sinto que já invadi demais a vida de Craig, só espero que hoje ele esteja feliz. 


A obra foi vencedora de três prêmios Harvey (melhor artista, melhor graphic novel original e melhor cartunista), dois prêmios Eisner (melhor graphic novel e melhor escritor/artista), e, em 2005, do prêmio da crítica da Associação Francesa de Críticos e Jornalistas de Quadrinhos.



Recomendo o submarino caso queiram comprar, é onde esta mais em conta: clique aqui.

Editado:

Quis incluir o site/blog do Autor que só encontrei depois: Clique.



Este post contém conteúdo comercial

Resenha do HQ Valente


Já faz algum tempo que eu li o Valente, tanto tempo que minha penteadeira nem é mais branca, porém não podia deixar de fazer uma resenha sobre ele.

Sinopse: Valente conta a história de um tímido jovem à procura do amor de sua vida. Mas esta não é a típica história de amor que se vê nos filmes, seriados e novelas. Mais próxima da realidade, ela mostra como os diferentes parceiros que encontramos pelo caminho e todas as experiências que passamos ao lado deles influenciam em quem somos e em quem vamos nos tornar. Sucessos e fracassos, alegrias e decepções, Valente é sobre as garotas que encontramos em nossas vidas antes de encontrarmos A garota de nossas vidas.
Apesar de parecer infantil, principalmente pelos personagens serem representados por animais (♥), tem uma pegada mais adolescente, conta a história de Valente com muito bom humor e ironia, passando por situações como o primeiro amor, a primeira friendzone, sua relação com os amigos e as mudanças do fim da escola/começo da faculdade.





A série foi criada pelo Brasileiro Vitor Cafaggi e possui três livros até então, disponíveis no site da Panini.